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Como é realizada a cirurgia de amígdalas

Como é feita a cirurgia das amígdalas, quais são as etapas, riscos e cuidados de recuperação. Entenda o procedimento e prepare-se para a consulta.

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Guilherme Fenolio
Guilherme Fenolio

Dr Guilherme Fenólio

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Atualizado

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14 min

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Ilustração médica de amígdalas palatinas na garganta humana

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Entender como é feita a cirurgia das amígdalas ajuda a reduzir a ansiedade e a se preparar melhor para a avaliação com o otorrinolaringologista.

Resposta rápida

A cirurgia das amígdalas, chamada amigdalectomia, é realizada pela boca, em bloco operatório e sob anestesia geral. O cirurgião expõe a região com um abre-boca, remove as amígdalas e controla o sangramento com hemostasia, que pode envolver suturas ou eletrocauterização. O procedimento geralmente dura entre 30 minutos e 1 hora e costuma exigir apenas um dia de internamento, em regime de curta permanência. A indicação depende dos sintomas, da frequência das infecções, do impacto na respiração e do exame feito pelo otorrinolaringologista.

Resumo

  • A amigdalectomia remove as amígdalas por acesso pela boca, sem cortes na pele.
  • A cirurgia ocorre sob anestesia geral e geralmente dura entre 30 minutos e 1 hora.
  • O controle do sangramento é uma etapa essencial ao final do procedimento.
  • Dor para engolir é esperada na recuperação, e hidratação e alimentação orientada ajudam no cuidado.
  • A decisão de operar deve considerar sintomas, exame físico e resposta às alternativas clínicas.
Ilustração médica mostrando amígdalas inflamadas e inchadas

O que são amígdalas?

As amígdalas são estruturas de tecido linfoide localizadas no fundo da garganta, uma de cada lado. Elas fazem parte do sistema de defesa do organismo e entram em contato com partículas e microrganismos que chegam pela boca e pelo nariz.

Na infância, esse tecido pode participar da resposta imunológica enquanto o sistema de defesa amadurece. Em algumas pessoas, porém, as amígdalas aumentam de volume ou inflamam repetidamente. Quando isso acontece, podem surgir dor de garganta, dificuldade para engolir, mau hálito, ronco e alterações no sono.

Amígdalas não são a mesma coisa que adenoide. As amígdalas ficam visíveis na garganta durante o exame; a adenoide fica atrás do nariz, em uma região que não é observada diretamente ao abrir a boca. Essa diferença importa porque cada estrutura pode exigir uma avaliação e uma conduta próprias.

Médico examinando a garganta de um paciente com um abaixador de língua

Quando é necessário realizar a cirurgia?

A cirurgia é considerada quando o problema causado pelas amígdalas é recorrente, persistente ou relevante para a respiração e a qualidade do sono. Infecções que voltam com frequência, aumento importante das amígdalas, dificuldade para respirar durante o sono e prejuízo para engolir são situações que merecem avaliação especializada.

Também pode haver indicação quando as amígdalas contribuem para ronco intenso, pausas respiratórias percebidas durante o sono ou sono pouco reparador. Em crianças, a obstrução pode se refletir em irritabilidade, dificuldade de concentração e queda no rendimento escolar. Em adultos, queixas como cansaço ao acordar e sonolência durante o dia também ajudam a orientar a investigação.

A decisão não deve ser tomada apenas pela aparência das amígdalas. O otorrinolaringologista considera a história clínica, a frequência e a intensidade dos episódios, o exame da garganta, a respiração nasal, o sono e a existência de outras condições, como aumento da adenoide. O tratamento cirúrgico faz sentido quando o benefício esperado supera os desconfortos e os riscos do procedimento.

Em determinadas situações, a retirada pode ser parcial ou total, conforme a anatomia, a causa dos sintomas e a estratégia definida na consulta. Por isso, uma amígdala grande não significa automaticamente que a cirurgia seja necessária. A avaliação individual é o que transforma uma queixa em uma indicação bem fundamentada.

Instrumentos cirúrgicos dispostos sobre um campo cirúrgico esterilizado

Como é feita a cirurgia das amígdalas?

A cirurgia das amígdalas é feita pela boca, sob anestesia geral. O cirurgião expõe as amígdalas, remove o tecido e realiza a hemostasia para controlar o sangramento antes de encaminhar o paciente à recuperação anestésica.

Antes do procedimento, o paciente passa pela avaliação pré-operatória, que inclui revisão do histórico de saúde, alergias, medicamentos em uso e condições que possam interferir na anestesia ou no sangramento. A equipe também orienta o jejum, os horários de chegada e os cuidados para o retorno para casa. Crianças e adultos recebem instruções adaptadas à idade e às suas condições clínicas.

A amigdalectomia é feita no bloco operatório sob anestesia geral. Isso significa que o paciente permanece inconsciente e não sente a cirurgia. A anestesia é acompanhada por uma equipe habilitada, que monitora respiração, circulação e outros parâmetros durante todo o procedimento.

O acesso é transoral, ou seja, realizado pela boca, sem cortes na pele do pescoço ou do rosto. Antes da remoção, o cirurgião usa um abre-boca para manter a boca aberta e expor bem a região operada. Essa exposição permite visualizar as amígdalas e trabalhar com segurança na área profunda da garganta.

A duração geralmente fica entre 30 minutos e 1 hora. O tempo exato depende da anatomia, da técnica escolhida, da presença de inflamação e de outros fatores observados pela equipe. O paciente ainda permanece algum tempo na recuperação anestésica, sob observação, até estar desperto e clinicamente estável.

A técnica clássica de disseção fria continua sendo a mais usada no mundo para remover as amígdalas. Nessa abordagem, o cirurgião separa cuidadosamente o tecido da região ao redor, preservando as estruturas próximas. Existem outras formas de disseção e de controle do sangramento, e a escolha deve levar em conta experiência da equipe, características do caso e segurança do paciente.

Após a remoção das amígdalas, é feita a hemostasia para controlar o sangramento. Esse controle pode incluir pontos de sutura ou eletrocauterização, conforme a necessidade. A revisão cuidadosa do campo operatório é uma etapa indispensável antes do encerramento do procedimento.

Depois da cirurgia, o paciente é levado à recuperação anestésica. A equipe observa o nível de consciência, a respiração, a dor, a capacidade de ingerir líquidos e a ocorrência de sangramento. A amigdalectomia normalmente exige apenas um dia de internamento, em regime de curta permanência, embora a decisão de alta dependa da avaliação clínica.

É importante compreender o motivo da indicação, a técnica planejada, o que pode ser sentido ao acordar e quais sinais exigem contato imediato com a equipe. A consulta também permite esclarecer dúvidas sobre anestesia, alimentação, medicamentos e retorno às atividades.

Para se preparar, o paciente deve seguir o jejum e as orientações pré-operatórias recebidas, informar doenças e medicamentos, organizar um acompanhante responsável e planejar repouso e hidratação em casa. Após a alta, deve usar somente os medicamentos prescritos e procurar atendimento diante de sangramento vivo, dificuldade para respirar ou incapacidade de manter líquidos.

  1. Realize a avaliação pré-operatória e informe doenças, alergias e medicamentos em uso.
  2. Siga o jejum e as instruções fornecidas pela equipe antes de ir ao bloco operatório.
  3. Receba a anestesia geral e permaneça monitorado durante o procedimento.
  4. Permita que o cirurgião exponha a garganta com o abre-boca e remova as amígdalas pela boca.
  5. Aguarde a realização da hemostasia e a revisão do local operado.
  6. Permaneça em observação na recuperação anestésica até receber a orientação de alta.
  7. Organize o retorno para casa com acompanhante e siga as recomendações pós-operatórias.
Ilustração médica mostrando possíveis complicações de uma cirurgia de amígdalas

Quais são os riscos da cirurgia de amígdalas?

Os principais riscos são sangramento, dor, náusea, vômitos, desidratação e complicações relacionadas à anestesia. A avaliação pré-operatória e o acompanhamento depois da cirurgia ajudam a reduzir riscos e identificar problemas cedo.

O sangramento é a complicação que recebe maior atenção após a amigdalectomia. Ele pode ocorrer logo depois da cirurgia ou durante a cicatrização, por isso o paciente e o acompanhante precisam saber reconhecer sangue vivo na boca ou na saliva. Sangramento persistente, em volume relevante ou acompanhado de fraqueza exige avaliação imediata.

Dor para engolir é comum e pode irradiar para os ouvidos. Essa dor não significa necessariamente que exista um problema no ouvido; ela pode ser uma dor refletida, causada pela comunicação nervosa entre a garganta e a região auricular. O controle adequado da dor é importante para que o paciente consiga beber e se alimentar.

Náusea e vômitos podem aparecer após a anestesia. A baixa ingestão de líquidos pode levar à desidratação, especialmente quando a deglutição está dolorosa. Febre persistente, piora progressiva, mau cheiro intenso associado a outros sintomas e dificuldade para respirar também devem ser comunicados.

Toda cirurgia envolve riscos, mas eles são discutidos antes do consentimento e avaliados conforme idade, doenças associadas, histórico de sangramento e características anatômicas. O paciente deve esclarecer quais sinais indicam retorno ao serviço de saúde e qual canal utilizar em caso de dúvida.

Pessoa descansando na cama com um copo de água e um termômetro ao lado

Como é a recuperação após a cirurgia?

A recuperação costuma exigir repouso relativo, hidratação frequente, alimentação macia e uso correto dos medicamentos prescritos. A dor pode aumentar nos primeiros dias e depois melhorar gradualmente, mas o acompanhamento deve respeitar a orientação do cirurgião.

Qual é o tempo de recuperação?

A recuperação varia conforme a idade, a técnica, a sensibilidade individual e o tipo de atividade realizada. Em geral, é necessário reservar um período de afastamento de escola, trabalho e exercícios intensos, retomando cada atividade apenas quando houver segurança e liberação médica.

O desconforto ao engolir pode persistir durante a cicatrização. A garganta pode apresentar placas claras ou esbranquiçadas no local operado, o que nem sempre significa infecção. O aspecto deve ser interpretado junto com sintomas como febre, sangramento, piora importante da dor e estado geral.

O retorno gradual é mais seguro do que tentar recuperar a rotina rapidamente. A pessoa deve dormir o suficiente, evitar esforço físico, não manipular a região operada e comparecer à revisão indicada. Em crianças, um adulto precisa acompanhar a ingestão de líquidos e observar mudanças de comportamento ou sinais de alerta.

Como gerenciar a dor no pós-operatório?

A melhor estratégia é seguir os horários e as doses dos analgésicos prescritos, sem substituir, combinar ou interromper medicamentos por conta própria. Como engolir pode doer, oferecer líquidos em pequenas quantidades e com frequência costuma ser mais confortável do que esperar a sede aparecer.

A alimentação deve avançar conforme a tolerância e a orientação recebida. Preparações macias e de temperatura confortável podem facilitar a deglutição. Alimentos muito ásperos, picantes ou que irritem a garganta devem ser evitados quando aumentarem o desconforto. Hidratação adequada também ajuda a reduzir o risco de desidratação.

O acompanhante deve observar se o paciente consegue beber, urinar normalmente e permanecer alerta. Se houver sangue vivo, falta de ar, vômitos repetidos ou incapacidade de ingerir líquidos, não é adequado esperar a próxima consulta. Nesses casos, é preciso buscar orientação médica ou atendimento de urgência.

  1. Tome os medicamentos prescritos nos horários orientados pela equipe.
  2. Beba líquidos com frequência e em pequenas quantidades, respeitando a tolerância.
  3. Escolha alimentos macios e avance a dieta conforme a orientação médica.
  4. Descanse e evite esforço físico até receber liberação para retomar as atividades.
  5. Observe sinais de sangramento, desidratação ou dificuldade respiratória.
  6. Compareça à consulta de revisão e relate qualquer sintoma que esteja piorando.
Criança sorrindo enquanto segura um ursinho de pelúcia, com foco suave ao fundo

Qual a melhor idade para operar adenoide e amígdalas?

Não existe uma idade única que seja melhor para todos. A indicação para operar adenoide e amígdalas depende dos sintomas, do impacto na respiração e no sono, da frequência das infecções e dos achados do exame, e não apenas da idade.

Em crianças, amígdalas e adenoide aumentadas podem estreitar a passagem de ar e interferir no sono. Ronco frequente, respiração pela boca, pausas respiratórias percebidas, sono agitado e dificuldade para respirar pelo nariz são motivos para procurar avaliação com otorrinolaringologista.

A cirurgia pode ser recomendada quando a obstrução é relevante, quando há infecções recorrentes com impacto importante ou quando o tratamento clínico não resolve o problema. Em outras situações, a equipe pode preferir acompanhar a evolução, pois o tamanho desses tecidos e os sintomas mudam ao longo do desenvolvimento.

Em adolescentes e adultos, a análise segue a mesma lógica de benefício e risco, mas considera também a intensidade da dor, a rotina, doenças associadas e o padrão respiratório durante o sono. O fato de a pessoa ser mais velha não impede a cirurgia, assim como ser criança não torna a operação automaticamente necessária.

O melhor momento é aquele em que a indicação está clara e o paciente está clinicamente preparado. Uma avaliação completa diferencia aumento anatômico sem repercussão de uma obstrução que realmente prejudica o sono, a respiração ou a saúde da garganta.

Ervas medicinais e um pilão com um almofariz em uma superfície de madeira

Quais são as alternativas à cirurgia?

As alternativas incluem observação clínica, tratamento direcionado das infecções, controle de alergias e investigação de problemas do sono ou da respiração nasal. Elas são escolhidas quando os sintomas permitem uma abordagem não cirúrgica ou quando ainda não há indicação firme para operar.

Nem toda dor de garganta exige retirada das amígdalas. Quando os episódios são isolados ou leves, o otorrinolaringologista pode orientar tratamento clínico, hidratação, repouso e acompanhamento. A decisão depende do diagnóstico correto, porque infecções virais, bacterianas, alergias, refluxo e irritações ambientais podem causar queixas parecidas.

Quando o problema principal é obstrução nasal, é necessário avaliar o nariz e a adenoide, em vez de atribuir todos os sintomas às amígdalas. Medidas para controlar rinite, melhorar a higiene nasal e tratar inflamações podem fazer parte do plano, sempre conforme orientação profissional.

Também é importante investigar o sono. Ronco e pausas respiratórias podem ter mais de uma causa, incluindo alterações nas amígdalas, na adenoide e na anatomia nasal. O tratamento deve ser direcionado ao fator que está provocando a obstrução, e não apenas ao sintoma percebido pela família.

A observação é uma alternativa válida quando os sintomas são controláveis e não há prejuízo relevante. No entanto, acompanhar não significa ignorar sinais de alerta. Infecções persistentes, dificuldade para respirar, perda de qualidade do sono e piora da deglutição justificam nova consulta.

O próximo passo é levar ao otorrinolaringologista um histórico claro: quando os sintomas começaram, quantas vezes aparecem, como afetam o sono e quais tratamentos já foram tentados. O Dr Guilherme Fenólio atende crianças, adultos e idosos em Ilhéus, Bahia, com avaliação e tratamento de condições do ouvido, nariz e garganta, incluindo cirurgias de amígdalas e adenoides.

  1. Registre os sintomas, sua duração e o impacto no sono e na alimentação.
  2. Leve à consulta a lista de medicamentos e tratamentos já utilizados.
  3. Trate as causas clínicas identificadas conforme a orientação do otorrinolaringologista.
  4. Acompanhe a evolução e retorne se houver persistência ou piora das queixas.
  5. Reavalie a indicação cirúrgica quando os sintomas continuarem relevantes apesar do tratamento.
  • Entender se suas infecções de garganta justificam cirurgia → Agende uma avaliação com otorrinolaringologista e leve o histórico dos episódios, tratamentos e impacto na rotina.
  • Investigar ronco, respiração pela boca ou pausas durante o sono → Procure avaliação das amígdalas, da adenoide e do nariz, porque a obstrução pode ter mais de uma causa.
  • Se preparar para a amigdalectomia → Siga as instruções de jejum, organize um acompanhante e planeje repouso, hidratação e alimentação macia para a recuperação.
  • Reduzir a dor depois da cirurgia → Use apenas os medicamentos prescritos, mantenha hidratação frequente e comunique sinais de alerta à equipe.

Perguntas frequentes

A cirurgia das amígdalas deixa cicatriz no pescoço?
Não. A amigdalectomia é realizada pela boca, portanto não há corte externo no pescoço ou no rosto.
A cirurgia das amígdalas é feita com anestesia geral?
Sim. O procedimento é realizado no bloco operatório sob anestesia geral, com monitoramento da equipe durante toda a cirurgia.
Quanto tempo dura a cirurgia das amígdalas?
O procedimento geralmente dura entre 30 minutos e 1 hora. O período total no centro cirúrgico inclui também a preparação e a recuperação da anestesia.
É normal sentir dor no ouvido depois da amigdalectomia?
Pode acontecer. A dor pode ser refletida da garganta para os ouvidos e não significa necessariamente uma infecção no ouvido.
O que comer depois da cirurgia das amígdalas?
A alimentação deve seguir a orientação médica e avançar conforme a tolerância. Líquidos e alimentos macios costumam ser mais fáceis de engolir durante a recuperação.
Quando o sangramento após a cirurgia exige atendimento?
Sangue vivo na boca ou na saliva, sangramento persistente, fraqueza ou dificuldade para respirar exigem contato imediato com a equipe ou busca de atendimento de urgência.
A adenoide e as amígdalas são a mesma coisa?
Não. As amígdalas ficam dos lados no fundo da garganta, enquanto a adenoide fica atrás do nariz. Elas podem ser avaliadas e tratadas em conjunto ou separadamente.
Toda criança que ronca precisa operar?
Não. O ronco pode ter causas diferentes, e a indicação depende do exame, da respiração, do sono e do impacto dos sintomas. A avaliação com otorrinolaringologista é essencial.

Glossário

Amigdalectomia
Cirurgia para remover as amígdalas.
Adenoide
Tecido linfoide localizado atrás do nariz, também chamado de tonsila faríngea.
Anestesia geral
Estado controlado de inconsciência produzido por medicamentos para permitir a cirurgia sem dor.
Acesso transoral
Entrada cirúrgica feita pela boca, sem cortes na pele.
Hemostasia
Conjunto de medidas usadas para controlar o sangramento durante a cirurgia.
Eletrocauterização
Método que utiliza energia térmica para controlar pequenos vasos e sangramentos no campo operatório.

Referências

  1. Amigdalectomia (Cirurgia das Amígdalas) e Adenoamigdalectomia
  2. Amigdalectomia. Tratamento cirúrgico. Clínica Universidad de Navarra
  3. Amigdalectomia
Guilherme Fenolio

Escrito por

Guilherme Fenolio

Dr Guilherme Fenólio

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